10/06/2009

Eleições para o Centro Acadêmico

EDITAL PARA ELEIÇÃO DO CENTRO ACADÊMICO DE HISTÓRIA

Disposições gerais

Art. 1º - A Diretoria do Centro Acadêmico de História no uso de suas atribuições institui a comissão Eleitoral para as eleições do Centro Acadêmico de História.

Do Registro das Chapas
Art. 2º - As chapas candidatas a gestão do Centro Acadêmico poderão efetuar registro no período de 8 de junho e 23 de junho, das 18:30 as 21:30 junto ao presidente da Comissão Eleitoral.

Art. 3º - O pedido de registro deve ser respeitar os seguintes instrumentos instituídos junto ao estatuto do Centro Acadêmico:
a) Observar a disposição prevista para a diretoria neste estatuto;
b) apresentar relação completa dos candidatos acompanhada das assinaturas e dos números de matrículas;
Art. 29 parágrafo 1º do Estatuto do Centro Acadêmico

Art.4. Conforme os artigos 19, 20 e 21 do Estatuto do Centro Acadêmico, a Diretoria do Centro Acadêmico é formada por 5 membros executivos, no mínimo 8 chefes de Departamentos e 3 suplências, totalizando o mínimo de 16 (dezesseis) componentes para cada chapa:
§ 1º A CHAPA indicará no pedido de registro o nome com o qual fará campanha
§ 2º Cada CHAPA deverá indicar um representante para responder pela chapa junto à comissão eleitoral.

Art. 5º - Verificando-se alguma irregularidade na inscrição da chapa, está irá dispor de até 2 dois dias úteis para a regularização da pendência.
Parágrafo Único – Não observado esse prazo a chapa candidata poderá ter seu registro cancelado.

Do Debate
Art. 6º - No intuito da promoção do amplo debate de propostas entre as chapas candidatas será organizado um debate entre as chapas concorrentes.

Art. 7º - A realização do debate está previsto para o dia 24 de junho no auditório central da universidade, podendo ser transferido de acordo com a disponibilidade do espaço.

Art. 8º - O Debate será dividido em três blocos: O primeiro bloco destinada a apresentação das chapas e sorteio de perguntas previamente elaboradas pelos estudantes do curso, o segundo bloco e terceiro bloco onde as chapas responderão perguntas ministradas pelos estudantes do curso e o quarto bloco destinado às considerações finais.
Art. 9º - A mesa será composta pelo mediador, por duas pessoas de cada chapa e no máximo três membros de cada chapa, dependendo da quantidade de chapas concorrentes e inscritas.

Art. 10º - Será permitido o direito de resposta, sendo estabelecida uma comissão para julgar os pedidos.

Da Votação
Art. 11º - A votação acontecerá nas mediações do bloco de aulas do Curso de História “Bloco H”, este localizado no campus do Itapery, Avenida Paranjana 1700, Fortaleza-ce.

Art. 12º - Votação dar-se-á por sistema manual entre os dias 30 de junho e 1 de julho de 2009, das 18:00 as 20:30, prorrogável por até dois dias a fim da obtenção do quorum mínimo.

Art. 13 º- As eleições ocorrerão através do voto direto, secreto e universal.
Parágrafo Único – Poderão votar todos os alunos regularmente matriculados no de Curso de História da Uece/Fortaleza.

Art. 14º - Será considerada eleita a CHAPA que obtiver maioria simples de votos, não computados os em brancos e os nulos.
Conforme inciso I do Artigo 29 do Estatuto do Centro Acadêmico

Art. 15º - Somente poderão votar estudantes regularmente matriculados, de acordo com a listagem fornecida pelo Departamento de Ensino e Graduação - DEG.

Art. 16º - A ordem das CHAPAS na cédula será definida por sorteio, em 29 de junho de 2009 por esta Comissão, para tal os representantes das chapas concorrentes serão convocados

Art. 17º - As mesas receptoras deverão se composta de no mínimo 2 integrantes, sendo vetada a participação de membros das chapas concorrentes.


Da Apuração
Art. 18º - A apuração iniciar-se-á logo após o término da votação.

Art.19º - A apuração dos votos se fará mediante a presença dos membros da Comissão Eleitoral e de até dois representantes de cada chapa.

Art. 20º - Na duração da apuração observar-se-á o seguinte procedimento:
I – Contadas as cédulas, a junta apuradora verificará se o número de votos da urna coincide com o número de assinatura na lista de votantes;
II – as impugnações de votos de urnas serão decididas na hora pela Comissão Eleitoral;
III – Serão considerados nulos todos os votos que contenham inscrições que não deixem evidente a opção do eleitor por algumas das CHAPAS, bem como aquelas cédulas que não estiverem rubricadas por pelo menos, dois membros da mesa receptora;

Art. 21º - Será considerada eleita a CHAPA que obtiver maioria simples de votos, não computados os em brancos e os nulos, observando o quorum estabelecido no Estatuto do Centro Acadêmico:
Art. 30°.As eleições para serem válidas devem contar com o comparecimento mínimo de 30% dos membros do pleito, caso contrário será marcada uma nova eleição.
§ 1º. Para fins de verificação da eleição não serão considerados os alunos cujas matriculas estejam trancadas ou institucionais.
Estatuto do Centro Acadêmico de História

Disposições Finais

Art. 22º - Os casos omissos serão resolvidos por esta comissão.



Fortaleza, 4 de Junho de 2009,



VITOR MELO STUDART
(Presidente da Comissão Eleitoral)

08/06/2009

Racha da Amizade retorna das Férias



Companheiros da História..

Volta hoje um dos maiores simbolos da integração do Curso de História da UECE: O aclamado Racha da Amizade!!!!

Horário: a partir das 20:30
Local: Quadra(escaguetada) da UECE - Em frente ao CCS, logo na entrada do Campus do Itaperi

Vamos mostrar que o curso de história não é sedentário, que historiador também é atleta - Mesmo que perna de pau :D


até mais o//

04/06/2009

PM invade USP para barrar greve de funcionários

Militares permanecem no campus por 13 horas, mas continuidade da paralisação é aprovada por unanimidade; deputado convoca reitora para depor na Assembléia Legislativa



Por Lúcia Rodrigues



Os funcionários da USP, em greve há 28 dias, foram surpreendidos, com a presença de um contingente militar de aproximadamente 200 homens da Força Tática, da Rocam (Rondas Ostensivas Com Apoio de Motocicletas) e do policiamento da área, que invadiram o campus Butantã por volta das 02h30 da madrugada de segunda-feira, 01 de junho.

Os policiais perfilaram-se em frente a 10 acessos de prédios da universidade. O da reitoria foi o que concentrou o maior número de homens. Armados com escudos, escopetas e bombas de efeito moral, os policiais arrancaram, inclusive, faixas do sindicato que convocavam para a assembléia de funcionários que discutiria os rumos do movimento. Várias viaturas da PM circulavam pelo campus. Um caminhão do Corpo de Bombeiros e uma ambulância do resgate também foram desviados para a USP.

Segundo o comandante do 4º Batalhão da PM e responsável pela operação, tenente-coronel Cláudio Miguel Marques Longo, a presença da polícia no campus seria para garantir que não ocorressem danos ao patrimônio. “Havia indícios de que haveria invasão.”

Os funcionários desmentem a versão do militar. “Não havia a menor possibilidade de isso acontecer. Nossa greve tem a adesão de 70% da categoria”, rebate Claudionor Brandão, diretor do Sintusp (Sindicato dos Trabalhadores da USP) e membro do comando de greve.


Mentira

Pela manhã, três oficiais de justiça foram ao campus para entregar cópia do mandado expedido pela juíza da 12ª Vara da Fazenda Pública, Maria Fernanda de Toledo Rodovalho, determinando a reintegração de posse e citação. Fato insólito, pois nenhum prédio da universidade estava ocupado.

Na peça apresentada pela USP, solicitando a reintegração de posse com perdas e danos em face do Sintusp e do Diretório Central dos Estudantes, a reitoria alega que “as referidas entidades passaram a insuflar os participantes a invadirem os referidos bens públicos”.

O texto acrescenta ainda, referindo-se ao Sintusp, que “para alcançar o maior número de adeptos, passou a emitir boletins informativos, insuflando a comunidade universitária, com argumentos desprovidos de qualquer veracidade”.

Baseada no pedido de liminar impetrado pela USP, a juíza afirma em seu despacho que “nem mesmo o direito de greve dá aos grevistas o direito de se apossar de prédios públicos”.


Ditadura


O deputado estadual do PSOL Carlos Gianazzi convocou a reitora Suely Vilela a prestar esclarecimentos na Assembléia Legislativa sobre o episódio de hoje. Gianazzi quer saber porque a polícia militar invadiu o campus. “É uma mácula na história da USP. Remonta aos idos do AI-5”, lamenta o deputado.

Para o professor de sociologia Rui Braga, a invasão da Polícia Militar ao campus da USP é inadmissível. “Nem a ditadura militar ousou fazer isso”.

“Esse tipo de invasão é inédito e lamentável”, reforça o presidente da Adusp (Associação dos Docentes da USP), Otaviano Helene.

Os policiais só abandonaram o campus, 13 horas após invasão, depois que professores iniciaram uma aula pública para mais de 800 estudantes, em frente ao prédio da reitoria. Segundo Magno de Carvalho, dirigente do Sintusp, o comandante da operação teria dito ao ir embora: “nós vamos, mas se amanhã tiver piquete voltaremos”.


Greve continua


Os funcionários reunidos em assembléia no início da tarde aprovaram, por unanimidade, a continuidade da greve. Hoje, 02, estudantes e funcionários organizaram ato conjunto em frente à reitoria, para protestar contra a invasão da PM.

A reitora Suely Vilela não quis comentar a invasão militar. A nota distribuída pela assessoria de imprensa da universidade afirma que a reitoria adotou as medidas cabíveis.

As negociações com o Fórum das Seis (que representam os docentes, funcionários e estudantes da USP, Unicamp e Unesp) estão suspensas desde o dia 25 de maio.

Os funcionários reivindicam 16% de reajuste, incorporação de R$ 200 ao salário, a readmissão do diretor do Sintusp, Claudionor Brandão, demitido em função de sua atuação à frente do sindicato e a retirada de processos contra dirigentes sindicais e estudantis.


Os professores da USP também paralisam as atividades hoje. Os docentes realizam assembléia para discutir os encaminhamentos da campanha salarial.


O Fórum das Seis aprovou, uma moção repudiando a invasão da PM e exigindo a reabertura das negociações por parte do Cruesp (Conselho de Reitores das Universidades Estaduais de São Paulo).


Fonte: Revista Caros amigos

Postagens Anteriores